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21/12/2017 13:07

"O videogame matou o fliperama", diz fabricante mais tradicional do Brasil

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Catingão_4_EVER

Mensagens: 9330
Cadastro: 13/07/2011

Nível 4

"O videogame matou o fliperama", diz fabricante mais tradicional do Brasil

Quem frequentou casa de arcade ou shoppings nos anos 1990 provavelmente se lembrará do nome DiverBras. A empresa, fundada há 36 anos, era uma das principais de um ramo bastante pujante à época: o de entretenimento eletrônico.

Boa parte das máquinas (os "fliperamas", como eram popularmente conhecidos à época) que adornavam bares, casas especializadas ou, ainda, shoppings acabava tendo a DiverBras como fornecedora. Ou seja: se em algum momento você jogou games de sucesso na época, como "Mortal Kombat" ou ainda "Daytona", é bastante provável que a máquina utilizada tenha saído do galpão da empresa, na Zona Leste de São Paulo.

Nessas duas décadas, porém, muita coisa mudou no mundo e, especialmente no Brasil. E esse outrora lucrativo segmento não apenas entrou em crise: ele praticamente deixou de existir.

Negócios em família
Visitamos a sede da empresa para conversar com Edson Pinheiro Filho. Com 32 anos, ele está à frente do negócio em uma sucessão que começou com Manoel Pinheiro, fundador da DiverBras. No final dos anos 1970, a empresa iniciou as atividades fabricando mesas de sinuca. Nos anos 1980 foi a vez dos pinballs e, depois, dos arcades de videogame.

"Eu praticamente cresci nesse meio e lembro perfeitamente como era ser um adolescente nos anos 1990. Quando chegavam as férias, era só alegria. Eu vinha para cá e passava os dias jogando", conta Edson.

Apesar de jovem à época, Edson lembra como era o movimento de interessados em comprar máquinas. "Tinha gente do Brasil inteiro que, assim que sabia que chegaria um novo jogo, trazia um caminhão antes mesmo das importações chegarem. Muitas vezes vi máquinas saírem de um caminhão e já entrarem em outro. Era uma coisa doida", diz.

Hoje à frente da empresa, Edson Pinheiro Filho viveu o sonho de infância de muitos adolescentes dos anos 1990: crescer em meio a arcades; hoje, ele ajuda a empresa de sua família a se reinventar em um mercado que praticamente aboliu os arcades

A importação de máquinas montadas era a apenas uma parte do negócio da DiverBras. A maior parte dos arcades vendidos pela empresa chegavam ao Brasil apenas no formato de placa, sem gabinete. "Nós montávamos seguindo as especificações de quem nos fornecia os jogos. Acabamos ficando conhecidos por fazer um trabalho igual ou melhor do que as máquinas vistas nos países de origem. Isso é algo que nos enche de orgulho", explica Edson. Essas placas eram negociadas diretamente com os fabricantes, com todas a licenças de uso que cabiam à atividade.

Ele também conta que a empresa sempre tentou incrementar esses gabinetes, como fazendo modelos fechados para games de corrida, com traseiras de carros estilizadas e até mesmo rodas reais de automóveis.

Para se ter uma ideia de como o negócio de arcades prosperava no Brasil dos anos 1990, Edson conta que era comum donos de estabelecimentos do tipo aumentarem seu padrão de vida em poucos meses. "A gente ficava feliz quando via um comprador chegar aqui com uma picape velha, comprar uma máquina, e meses depois aparecer com carro novo". Edson estima que cada máquina, na época, custava o equivalente ao que seria R$ 10 ou R$ 15 mil hoje. Dependendo do ponto de instalação, esse investimento era recuperado em cerca de dois meses.

Da mesma forma, era simples comprar máquinas de empresas como a Namco. "A gente brinca que, na época, essas empresas não tinham vendedores, tinham anotadores de pedido. Era muito simples e rápido trazer os principais lançamentos para o Brasil". Ele estima que, no auge da empresa, os games mais vendidos eram os da série "Street Fighter", com cerca de 10 mil máquinas comercializadas em um período de cinco anos. "Isso foi mais ou menos entre 1992 e 1998. Nessa época, ao menos nos arcades, o Brasil tinha porte de potência dos games".

A DiverBras, inclusive, chegou a atuar no desenvolvimento de games para seus arcades. Foram feitos dois: "Senninha GP", em parceria com o Instituto Ayrton Senna, e outro voltado para crianças, que envolvia arremessar bolinhas em uma tela sensível ao toque.


A DiverBras também ficou conhecida por criar gabinetes personalizados e chamativos; jogos de corrida, por exemplo, ganhavam cockpit com carenagem e também rodas de verdade

A "maldição" dos videogames
Apesar de populares nos anos 1990, tanto os arcades quanto as casas especializadas nessas máquinas acabaram ganhando uma fama pouco desejada: frequentemente associados à vida boêmia, por serem comuns em "botecos de esquina", eles já motivaram muitos sermões de pais em filhos. Esse, porém, não foi o inimigo que deu o golpe de misericórdia nesse segmento no Brasil.

Os responsáveis por isso acabaram sendo os videogames. Se, nos anos 1990, o grande sonho de marketing de aparelhos como Super Nintendo, Mega Drive, Neo Geo e companhia era oferecer uma experiência a mais próxima possível de se jogar em uma máquina arcade (algo que só o console da SNK conseguia), conforme os videogames caseiros foram evoluindo, eles acabaram igualando e até superando o que se via nos fliperamas.

"O videogame matou o arcade. Quando o nível de qualidade desses aparelhos ficaram equivalentes ao do arcade, foi o fim dessa era de sair para ter que jogar, sei lá, um 'Daytona'".


Clássicos como "Daytona USA" chegaram ao Brasil pelas mãos da DiverBras; hoje, empresa atua principalmente com brinquedos voltados ao público infantil

O resultado disso foi a extinção de boa parte das empresas que atuavam no mesmo ramo da DiverBras. Às sobreviventes, restou um único caminho: se reinventar.

"Esses espaços começaram a migrar para os shoppings e tendo como alvo as famílias. Esse ramo, então, começou a se moldar para atender, principalmente, shoppings e buffets infantis. Ainda existem os arcades voltados para adultos, com jogos de tiro ou de corrida, mas a proporção é muito menor hoje em dia".

Hoje a DiverBras produz muito mais brinquedos eletrônicos voltados a premiações, como aqueles onde o jogador controla uma grua e tem a missão de pegar bichos de pelúcia. "A maior parte do faturamento vem desses brinquedos voltados às crianças". Além disso, Edson conta que parte da atividade da empresa passou a vir da fabricação de móveis planejados.

"Era um negócio muito maior e hoje as empresas têm que se adaptar a essa realidade. Encontramos outra maneira, novos clientes. É difícil falar em crescimento, mas acredito que esse mercado vai se manter por um tempo", completa Edson.


https://tribogamer.com/noticias/47298_o-videogame-matou-o-fliperama-diz-fabricante-mais-tradicional-do-brasil.html





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LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN

oswaldo_haruo

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Mensagem publicada em 21/12/2017 13:53
O ramo de tecnologia é realmente ingrato... a evolução leva vários negócios à extinção...
As empresas tem que estar se reinventando a cada minuto... se estiver pensando apenas no presente está ferrado, tem que se planejar e ficar atento à cada novidade no mercado...

A própria SNK e Sega que o digam...
SNK nem sei se ainda existe... se não me engano foi comprada... e a Sega não é nem sombra do que já foi outrora...
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"O fato de ambas as companhias estarem querendo tirar o jogador do sofá, tirando vantagem dos comandos de gestos, e permitindo-lhe controlar o jogo ao mover seu corpo, mostra que estão observando o que nós fizemos com o Wii", comentou. "Agora, eles estão se movendo na mesma direção. No fim das contas, estamos lisonjeados". Miyamoto

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futepol

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Mensagem publicada em 21/12/2017 15:13
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-Tudo é possível para quem quer !!!!!
-Ate o impossível mas esse demora um pouco mais !!!!!










Erik o Sórdido

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Nível 3

Mensagem publicada em 22/12/2017 04:16
master oficial obvious
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Erik o Invencível
Especulação de memória em consoles nextgen levando em conta as gerações do Playstation:

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PS2: 32MB (16xPS1 = 2^5)
PS3: 512MB (16xPS2 = 2^9)
PS4: 8GB (16xPS3 = 2^13)


PS5: 128GB (16xPS4 = 2^17) (ou 2^13*2^4 => 8GBx2^4 => 16x8GB )

2D PLAYER

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Mensagem publicada em 22/12/2017 11:54
É uma pena! Arcades eram muito bacanas mesmo,foi uma era e tanto e muitas boas recordações que ficarão

*Nunca vou me esquecer de uma máquina de Mortal Kombat 2 que chegou uma vez num shopping perto de onde eu morava!! Era gigante (essa não era do tamanho padrão,era uma grandona,acho que devia ter o dobro do tamanho de uma convencional,nem sei onde arranjaram,com certeza foi feita sob encomenda),fiquei assim

Depois de alguns dias essa máquina sumiu de lá misteriosamente e passou a ter outra do MK2 no lugar, porém no tamanho normal hahaha!! Sei lá,acho que fizeram essa "estilo cinema" mais como chamariz,depois que pegaram a molecada,fizeram isso!! O mistério é saber onde puseram a geringonça Infelizmente nunca descobri!!

Até hoje quando jogo MK2 no emulador de Arcade me lembro desta inusitada passagem da minha vida "joguistica"

Bons tempos!! Abraços

Mensagem editada pelo usuário 2D PLAYER em 22/12/2017 12:17.
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Viva o 2D - Pong,Atari,NES,SNES e Mega Drive, por que depois disso os games viraram 3D e um pouco do brilho se foi!!!










linkambiental

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Nível 4

Mensagem publicada em 22/12/2017 12:16
Se nao cobrassem 5 reais em uma ficha quem sabe

aqui no meu bairro tem uma padoca com 3 fliperama o sr cobra 50 centavos a ficha é sempre lotado
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"What does not kill me... is not trying hard enough."
- Roboute Guilliman

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Abreu da Massa

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Mensagem publicada em 22/12/2017 15:20
oswaldo_haruo
O ramo de tecnologia é realmente ingrato... a evolução leva vários negócios à extinção...
As empresas tem que estar se reinventando a cada minuto... se estiver pensando apenas no presente está ferrado, tem que se planejar e ficar atento à cada novidade no mercado...

A própria SNK e Sega que o digam...
SNK nem sei se ainda existe... se não me engano foi comprada... e a Sega não é nem sombra do que já foi outrora...

exato e excelente comentário. dava muita grana. o mesmo aconteceu com as locadoras . muitos achavam que iriam durar pra sempre e iriam viver disso. conheço muitos que gastaram tudo e poderiam estar muito bem e hj não tem nada

Abreu da Massa

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Nível 0

Mensagem publicada em 22/12/2017 15:21
linkambiental
Se nao cobrassem 5 reais em uma ficha quem sabe

aqui no meu bairro tem uma padoca com 3 fliperama o sr cobra 50 centavos a ficha é sempre lotado

exatamente. para vc ter uma idéia UMA FICHA de DAYTONA USA no BARRA SHOPPING (RJ) em 1995 era R$ 3,00 REAIS! me lembro muito bem ! imagina quanto estaria hoje

quem puder faz um calculo ae pra sabermos!

eles só abaixaram quando os videogames dominaram ... ai já era

Mensagem editada pelo usuário Abreu da Massa em 22/12/2017 15:22.

autista!

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Mensagem publicada em 22/12/2017 15:52
Eu acho que isso vai mais da cultura e costumes também, porque no Japão o mercado de fliperamas ainda é forte. No mais, eu lembro como Final Fight e Street Fighter II foram uma febre nos fliperamas aqui da região.

Mensagem editada pelo usuário autista! em 22/12/2017 15:53.

Necromatico

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Mensagem publicada em 22/12/2017 17:32
futepol
kara essa industria e triste

Culpa dos favelado sem dinheiro
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Necromatico

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Mensagem publicada em 22/12/2017 17:34
autista!
Eu acho que isso vai mais da cultura e costumes também, porque no Japão o mercado de fliperamas ainda é forte. No mais, eu lembro como Final Fight e Street Fighter II foram uma febre nos fliperamas aqui da região.

Mas lá a ficha não custa 5 conto igual nos shoppings daqui. Fora que pras máquinas que pedem memory Card,eles tem o memory Card.
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BAB DRUMMER

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Cadastro: 22/08/2011

Nível 3

Mensagem publicada em 22/12/2017 17:57
Abreu da Massa
linkambiental
Se nao cobrassem 5 reais em uma ficha quem sabe

aqui no meu bairro tem uma padoca com 3 fliperama o sr cobra 50 centavos a ficha é sempre lotado

exatamente. para vc ter uma idéia UMA FICHA de DAYTONA USA no BARRA SHOPPING (RJ) em 1995 era R$ 3,00 REAIS! me lembro muito bem ! imagina quanto estaria hoje

quem puder faz um calculo ae pra sabermos!

eles só abaixaram quando os videogames dominaram ... ai já era





imagina pagar 20 reais em 1 ficha

Abreu da Massa

Mensagens: 82
Cadastro: 14/12/2017

Nível 0

Mensagem publicada em 22/12/2017 19:40
BAB DRUMMER
Abreu da Massa
linkambiental
Se nao cobrassem 5 reais em uma ficha quem sabe

aqui no meu bairro tem uma padoca com 3 fliperama o sr cobra 50 centavos a ficha é sempre lotado

exatamente. para vc ter uma idéia UMA FICHA de DAYTONA USA no BARRA SHOPPING (RJ) em 1995 era R$ 3,00 REAIS! me lembro muito bem ! imagina quanto estaria hoje

quem puder faz um calculo ae pra sabermos!

eles só abaixaram quando os videogames dominaram ... ai já era



imagina pagar 20 reais em 1 ficha



20 reaiss
mais era absurdo mesmo!!! era coisa de louco. eu me lembro que joguei 2 fichas no daytona e o resto no kof 95 que era 1,50!!!! junto com meu primo. fora que depois ficamos duros ! kkkk e nós só fomos lá pra ver o daytona pois queriamos comprar o saturn e queríamos ver como seria ter aquilo em casa

e olha que ja estávamos na época dos 32 bits

nos botecos sujos a ficha se nçao me engano em qualquer fliper era R$ 0,70 ou coisa parecida e nos shopping famosos erapra extorquir

vlww pelo calculo!

e o pior muita gente jogava. na epoca: mortal kombat 3, tekken eram febres


Mensagem editada pelo usuário Abreu da Massa em 22/12/2017 19:44.

[E]duardo

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Nível 3

Mensagem publicada em 22/12/2017 21:20
Diverbras, sinônimo de qualidade em gabinetes. Já joguei em vários deles, todos muito bem acabados.

Hurley.

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Nível 4

Mensagem publicada em 23/12/2017 01:22
Eu gostava muito de jogar nos arcades, principalmente por reunir o pessoal para jogar todos juntos.

Antes os arcades eram referência para gráficos, 1º o jogo saía para arcade depois você ficava na expectativa de sair para o console doméstico. Os lançamentos de consoles tinham todo um ciclo, hoje a impressão que dá é que não existe mais isso nos consoles. Oque se vê atualmente é um upgrade dos consoles e você não fica mais naquela expectativa de coisa nova, geralmente mais do mesmo, essa é a sensação que eu tenho.
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Relembre o melhor programa de games do Brasil: STARGAME

echo night

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Cadastro: 20/11/2017

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Mensagem publicada em 23/12/2017 02:51
fliperama no brasil, eram aqueles no bares da esquina, com um bando de pivete favelado querendo roubar suas fichas

hgb7

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Mensagem publicada em 23/12/2017 11:33
Video Killed The Radio Star
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"A simplicidade é a maior das sofisticações..." Da Vinci

Necromatico

Mensagens: 959
Cadastro: 01/04/2015

Nível 1

Mensagem publicada em 23/12/2017 12:17
echo night
fliperama no brasil, eram aqueles no bares da esquina, com um bando de pivete favelado querendo roubar suas fichas

A maioria desses pivete de ontem hj tá na rua sarrando as novinha no baile funk na rua de madrugada . O que era os viciado tirando contra com um monte de curioso atrás olhando o jogo hoje é uma streamer no twitch vestida igual uma prostituta morando e stremando do Canadá jogando LOL ou Overwatch fingindo que é gamer raiz pra agradar o público. Ou o *** insosso do Bkrsedu (é assim que escreve?).
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I.D.

Mensagens: 5884
Cadastro: 15/01/2003

Nível 4

Mensagem publicada em 23/12/2017 13:05
2D PLAYER
É uma pena! Arcades eram muito bacanas mesmo,foi uma era e tanto e muitas boas recordações que ficarão

*Nunca vou me esquecer de uma máquina de Mortal Kombat 2 que chegou uma vez num shopping perto de onde eu morava!! Era gigante (essa não era do tamanho padrão,era uma grandona,acho que devia ter o dobro do tamanho de uma convencional,nem sei onde arranjaram,com certeza foi feita sob encomenda),fiquei assim

Depois de alguns dias essa máquina sumiu de lá misteriosamente e passou a ter outra do MK2 no lugar, porém no tamanho normal hahaha!! Sei lá,acho que fizeram essa "estilo cinema" mais como chamariz,depois que pegaram a molecada,fizeram isso!! O mistério é saber onde puseram a geringonça Infelizmente nunca descobri!!

Até hoje quando jogo MK2 no emulador de Arcade me lembro desta inusitada passagem da minha vida "joguistica"

Bons tempos!! Abraços

rsrsrs...
Aqui no centro da cidade que eu moro, chegou a ter uma máquina gigantesca dessas numa casa de fliperamas!

Era uma máquina de KOF '99, isso foi em meados dos anos 2000. Era show de bola! A tela era tão grande que conforme os bonecos iam pros cantos do cenário, você tinha que virar a cabeça pra acompanhar!

[E]duardo

Mensagens: 2070
Cadastro: 27/01/2014

Nível 3

Mensagem publicada em 23/12/2017 13:45
Não esquecendo de mencionar o caráter social que uma jogatina no fliper teve pro pessoal que frequentou esses ambientes no início e meados dos anos 90 na qual era uma mistura de classes sociais convivendo em harmonia ou não.


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