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25/11/2013 19:11

Aos protestantes, digam um da sua laia da qualidade de São Padre Pio de Pietrelcina??

Doutor Pangloss

Mensagens: 22964
Cadastro: 04/11/2005

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Mensagem publicada em 25/11/2013 19:11
The Conjuring
Voltaico
ERRADO bichano,
a imundice de sua crendice advoga JUSTIFICAÇÃO POR OBRAS

Você não sabe * nenhuma da doutrina católica. Tudo o que te resta é calar a boca e aprender com quem saiba.

(Romanos 3:28) - Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.

A "lei" a que Paulo se refere é a Lei Mosaica, atentando para que a lei é algo que os judeus possuíam, mas não os gentios. Deus não era o Deus dos judeus, mas o dos "pagãos" também, porque só há um Deus para todos:

28. Porque julgamos que o homem é justificado pela fé, sem as observâncias da lei.

29. Ou Deus só o é dos judeus? Não é também Deus dos pagãos? Sim, ele o é também dos pagãos.

30. Porque não há mais que um só Deus, o qual justificará pela fé os circuncisos e, também pela fé, os incircuncisos.

Neste último versículo, ainda dá um exemplo prático de que fala da lei mosaica, através da circuncisão. Ou seja, não é a lei aquilo que determina a justificação; não é a lei mosaica ademais necessária para isso, mas, sim, esta ainda lhe é importante, como nota-se a seguir:

31. Destruímos então a lei pela fé? De modo algum. Pelo contrário, damos-lhe toda a sua força.

Paulo também faz a mesma coisa ao exortar os judeus em Antioquia, onde fica mais evidente ainda que se refere à lei mosaica:

32. Nós vos anunciamos: a promessa feita a nossos pais,
33. Deus a tem cumprido diante de nós, seus filhos, suscitando Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.

(...)

38. Sabei, pois, irmãos, que por ele se vos anuncia a remissão dos pecados.
39. Todo aquele que crê é justificado por ele de tudo aquilo que não pôde ser pela Lei de Moisés.
40. Cuidai, pois, que não venha sobre vós o que foi dito pelos profetas:
41. Vede, ó desprezadores, pasmai e morrei de espanto. Pois eu vou realizar uma obra em vossos dias, obra a que não creríeis, se alguém vo-la contasse.

Atos 13:32-33;38-41


Creio que tenha ficava cognoscível o ponto conflitante que se tem no termo "fé", que já desde a Igreja Primitiva significava a caridade em cooperação com a fé.

PS: O termo "cooperação", ou "coexistir" não significa fazer alguma coisa por nossa própria força ou contribuir com nossos esforços com o que Deus realiza em nós. Antes da justificação e após a justificação o homem é completamente incapaz de realizar qualquer ato sobrenatural por sua própria vontade. Para fazer alguma ato de fé, esperança ou caridade, a pessoa deve receber a graça de Deus, pois que a natureza humana, antes ou após a justificação, é incapaz de fazer tais atos, e, portanto, deve possuir a graça de Deus para produzir tais atos em nós. A razão porque o cânon inclui a palavra cooperação é para expressar o fato que, mesmo que se tome a graça de Deus para produzir atos como o arrependimento, fidelidade, e confiança, eles ainda devem ser realizados continuamente. Por isso nossa cooperação é produzida pela obra de Deus. Esta obra de Deus produz nossa obra, e então cooperamos sob o ímpeto da Graça de Deus.

http://forum.jogos.uol.com.br/heresia-material-apostasia-se-vacante-nao-temos-mais-papa_t_2715964?page=13

E quando eu disse que somos justificados por obras, seu estrume de vaca?

No uso católico comum, a fé é desta maneira uma incondicional crença no que Deus diz, a esperança é uma incondicional confiança em Deus, e a caridade é um incondicional amor a Deus. Quando somos justificados, Deus coloca todas as três virtudes em nossos corações. Estas virtudes são dadas a cada um dos justificados, mesmo que nossas ações exteriores não as reflitam pela natureza decaída que ainda possuímos. Desta forma uma pessoa pode ainda ter a virtude da fé mesmo que momentaneamente tentado pela dúvida; uma pessoa ainda pode possuir a virtude da esperança mesmo nas tentações ou desesperos, e a pessoa ainda pode ter a virtude da caridade mesmo sendo egoísta. Somente uma direta e grave violação (pecado mortal) de uma destas virtudes as destruirá.

Com o progresso da nossa santificação, estas virtudes em nós são fortalecidas por Deus e nos tornamos capazes de mais facilmente exercer a fé, a esperança e a caridade. Realizar atos de fé, esperança e caridade serão mais fáceis à medida que crescemos na vida cristã (note a grande dificuldade que os novos convertos geralmente experimentam nestas áreas comparadas aos que já estão em elevada maturidade espiritual).

Entretanto, tão logo alguém possua medida de fé, esperança e caridade, este alguém está em estado de justificação. Desta maneira os católicos geralmente usam o slogan soteriológico que nós somos salvos pela fé, esperança e caridade. Isto não discorda com o slogan soteriológico protestante de que somos salvos somente pela fé se o termo "fé" é entendido como a "fé formada" pela caridade ou a fé de Gálatas V.

A noção de sola fides formata é a mesma coisa para protestantes tradicionais. Conforme eu disse no outro tópico, a confusão de se tomar a fé salvífica como fé 'intelectual' foram os antinomianos que postulavam que enquanto as obras não eram necessárias à salvação, tampouco mas más-obras a impediam.

Chovendo no molhado, tudo porque é um psicopata que não consegue admitir nem uma falhinha sequer.


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"E o estranho, o surpreendente não seria o fato de Deus realmente existir; o que, porém, surpreende é que essa ideia - a ideia da necessidade de Deus - possa ter subido à cabeça de um animal tão selvagem e perverso como o homem, por ser ela tão santa, tão comovente, tão sábia e tão honrosa ao homem." (FIÓDOR DOSTOIÉVSKI, Os Irmãos Karamázov)

Charlie Down

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Mensagem publicada em 25/11/2013 19:14
..

Mensagem editada pelo usuário Charlie Down em 07/11/2017 11:50.

The Conjuring

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Mensagem publicada em 25/11/2013 19:23
Concílio de Trento:

"811. Cân. 1. Se alguém disser que o homem pode ser justificado perante Deus pelas suas obras, feitas ou segundo as forças da natureza, ou segundo a doutrina da Lei, sem a graça divina (merecida) por Jesus Cristo -- seja excomungado. (cfr. n° 793 s)."

E também anatematiza a doutrina da salvação somente pela Fé:

"819. Cân. 9. Se alguém disser que o ímpio é justificado somente pela fé, entendendo que nada mais se exige como cooperação para conseguir a graça da justificação, e que não é necessário por parte alguma que ele se prepare e disponha pela ação da sua vontade -- seja excomungado (cfr. n° 798. 801, 804)."

Mensagem editada pelo usuário The Conjuring em 25/11/2013 19:24.
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"... o justo será flagelado, torturado, amarrado; seus olhos serão queimados e por fim, depois de sofrer todos os males, será crucificado." (República, II, 361 e-362 a)

"Os homens dizem que Cristo está morto, mas põem sentinelas em Seu túmulo. Dizem que Ele é inofensivo enquanto criança, contudo Herodes manda os seus soldados matar a Criança indefesa. A verdade é que eles odeiam porque creem - não com a fé dos redimidos, mas com a fé dos condenados". (Arcebispo F. Sheen)

Doutor Pangloss

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Mensagem publicada em 25/11/2013 19:27
The Conjuring
Concílio de Trento:

"811. Cân. 1. Se alguém disser que o homem pode ser justificado perante Deus pelas suas obras, feitas ou segundo as forças da natureza, ou segundo a doutrina da Lei, sem a graça divina (merecida) por Jesus Cristo -- seja excomungado. (cfr. n° 793 s)."

E também anatematiza a doutrina da salvação somente pela Fé:

"819. Cân. 9. Se alguém disser que o ímpio é justificado somente pela fé, entendendo que nada mais se exige como cooperação para conseguir a graça da justificação, e que não é necessário por parte alguma que ele se prepare e disponha pela ação da sua vontade -- seja excomungado (cfr. n° 798. 801, 804)."


Desde o Concílio de Trento a Santa Igreja já definiu a questão, mas o pastorzinho mequetrefe continua insistindo na "icar só justificassaum pelas obraz rsrsrs".
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"E o estranho, o surpreendente não seria o fato de Deus realmente existir; o que, porém, surpreende é que essa ideia - a ideia da necessidade de Deus - possa ter subido à cabeça de um animal tão selvagem e perverso como o homem, por ser ela tão santa, tão comovente, tão sábia e tão honrosa ao homem." (FIÓDOR DOSTOIÉVSKI, Os Irmãos Karamázov)

The Conjuring

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Mensagem publicada em 25/11/2013 19:33
"Crê firmemente e peca muitas vezes,pois o perdão e eleição de Deus é irrevogável, portanto, crer firmemente no Senhor Jesus e podes pecar a vontade, pois uma vez salvo, salvo para sempre..."
Lutero, Carta à Melanchton

"Se o demônio te tentar com bebedeira, bebe, e bebe em nome de Cristo".
Lutero, Carta à Jerônimo Weller

Claro, basta ter "confiança" através da fé em nosso perdão que podemos fazer o que quisermos e nos "arrepender" o quanto nos aprouver.
Não por menos, Lutero chamava de "palha" a Epístola de São Tiago.
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"... o justo será flagelado, torturado, amarrado; seus olhos serão queimados e por fim, depois de sofrer todos os males, será crucificado." (República, II, 361 e-362 a)

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The Conjuring

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Mensagem publicada em 25/11/2013 21:56
Resumindo, por obras não podemos ser justificados perante Deus, porque a salvação não é meritória, mas objeto da Graça que nos é concedida por Ele. Neste ponto, importante fazer uma distinção: há dois tipos de justificação. Uma no sentido de expugnação do pecado e consequente recebimento do dom da justiça, na medida em que justiça é "dar a cada qual o que lhe pertence". Ora, o fato de Deus nos purificar do pecado através de Seus Sacramentos, tal como o batismo, é uma concessão que Ele faz por nossa vontade de deixar o pecado. A própria fé, que é uma das três virtudes teologais, é um dom de Deus, e não pode ser "imputada como justiça" sem que antes tenha sido infusa. Poderia-se dizer que é o estopim para a santificação; A outra, sentido do ato que se segue a esse anterior, de alguém ser declarado justo ante o tribunal de Deus. Na Epístola de São Tiago temos exatamente esse segundo sentido, quando Tiago diz que "somos justificados pelas obras e não somente pela fé".


Paulo aplica o primeiro sentido, quando diz que somos justificados somente pela fé. Tiago utiliza-se do segundo sentido ao dizer que somos justificados pelas obras e também porque a justiça das obras produz verdadeiramente um aumento da justificação. Contudo, esse segundo sentido não deve ser entendido como se Deus realmente tivesse, naquele momento, uma ação de declarar alguém justo, por causa da imutabilidade divina. Deve-se entender que alguém é feito justo (nova criatura), assim podendo ser definitivamente reconhecido como justo (declarado justo). Portanto, quando "justificar" é contrastado com "condenar", o primeiro deve ser entendido tão-somente como a realidade de quando alguém é reconhecido como justo ante o tribunal de Deus, da mesma forma como "condenar" é quando se reconhece alguém como pecador. É uma linguagem figurativa e não deve nunca ser entendida como que atribuindo passividade a Deus.

Da mesma forma, não se é possível justificar, no sentido eterno, através só da fé, porque, em verdade, se a fé não é acompanhada da esperança e da caridade, ela não é ipso facto verdadeira, presente, viva. Ela é falsa, ausente e, como diz São Tiago, morta. Não há fé nenhuma, não recebimento da justiça e da graça divinas, doravante não há salvação. Para se desvencilhar desse dogma, os protestantes homogeneizaram os sentidos das justificações, colocando as Escrituras contra as Escrituras, e esvaziando o sentido da própria fé ao mitigar os preambula fidei, afirmando que esta é um sentimento inexplicável e imerso na subjetividade, indefinível e não passível de obter sinais de sua veracidade. Segue que essa postura lançou as cartas para a cisão entre fé e razão.

A justificação é obra da graça (cf. Romanos III,24), e a fé é a causa instrumental e não a causa meritória da justificação, de modo que Paulo diz que o homem é justificado pela fé (cf. Romanos V,1), pois é através da fé que obtemos a justificação primeira, isto é, o acesso a essa graça (cf. versículo conseguinte).

A justificação pela fé não se confunde, por sua vez, com salvação ou com mérito, no catolicismo. A fé justificante está para as obras, assim como a potência está para o ato, e assim também está a primeira justificação em relação à segunda justificação. A fé deve, assim, preceder e motivar as obras meritórias, isto é, a santificação. Mas a justificação pela fé e a santificação pelas obras são como etapas de um mesmo processo e resultado de uma só ação de Deus, conforme está escrito que "aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus".

Justificado, assim, gratuitamente, mediante a fé, o homem novo é criado em Cristo para as boas obras. A própria fé é o "fundamento e raiz de toda justificação" (cf. Romanos IV, 5-6), mas, desde então, deve estar, obviamente, acompanhada das obras que a tornam viva, do contrário São Tiago nos diz que é uma fé "morta em si mesma" (cf. Tiago II,17). Não basta a fé ser algo intelectivo, um mero assentimento da inteligência, do qual os demônios são também capazes. A fé viva é aquela que se conserva e opera pela caridade (cf. Gálatas V,6). Assim, o cristão, justificado pela fé e perdoado dos seus pecados, já passou do estado de pecado para o estado de graça, mas é santificado ainda nas suas obras até a sua morte e glorificação.

A preparação e disposição referidas no cânone do Concílio de Trento que postei, obviamente, ocorrem por ação da graça preveniente de Deus, que excita o pecador a cooperar com a graça, mediante a preparação de sua vontade. Para a justificação, não basta a fé fiducial, que não exige mais nada além de uma pura confiança, mas é necessário a fé teológica ou dogmática (fé confessional), que consiste numa plena adesão às verdades reveladas. A ela recorrem outros dispositivos, como o temor da justiça divina, a confiança na divina misericórdia, o começo do amor de Deus, o ódio e aborrecimento ao pecado e o propósito de receber o batismo e de começar nova vida. Por isso, se diz que, na justificação, são infundidos no homem a fé, a esperança e a caridade.

O Concílio entende que a fé sozinha é o "princípio da salvação humana", o "fundamento e a raiz de toda justificação", mas, desde que a fé tem que ser viva, quando a ela se acrescentam a esperança e a caridade, ela resulta num aumento de justiça. As obras de justiça não complementam a justificação gratuita do pecador pela fé; elas apenas decorrem naturalmente da fé viva, como um produto ou desdobramento da própria justificação. Porém, em nenhum momento Trento confunde a justificação gratuita do pecador pela fé com esse aumento de justiça, que é o resultado da fé viva, ou com o somatório chamado de justificação final, de modo a sugerir que a aceitação do homem por parte de Deus se dê em virtude de um processo. Pelo contrário, aceitando que, pela graça conferida no batismo, é extirpado "tudo o que tem verdadeira e própria razão de pecado", confessa que "nada os impede (os regenerados) de entrarem logo no céu".

As boas obras pressupõem a fé, mas a fé não pressupõe boas obras, porque as boas obras são geradas pela fé, procedem da fé, isto é, não se encontram já inclusas na fé -- o que requer ato cooperativo mediante a vontade do indivíduo. Também não se deve confundir a estas, como fazem os protestantes, com as obras anteriores à justificação, as quais não têm o poder de fazer merecer a justificação. As boas obras anteriores à justificação não tornam o pecador amigo de Deus. Salva-se pela fé e pelas boas obras sobrenaturais. A fé não basta para a salvação e sim para a justificação primeira, que é a passagem do pecado para a graça de Deus. Os protestantes confundem essa justificação primeira com a salvação, porque, para os protestantes, a graça é só uma benevolência divina e não materialmente um dom de Deus que nos move ao bem. Não há diferença ontológica entre o justo e o pecador, no protestantismo.
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"Os homens dizem que Cristo está morto, mas põem sentinelas em Seu túmulo. Dizem que Ele é inofensivo enquanto criança, contudo Herodes manda os seus soldados matar a Criança indefesa. A verdade é que eles odeiam porque creem - não com a fé dos redimidos, mas com a fé dos condenados". (Arcebispo F. Sheen)

Doutor Pangloss

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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:04
The Conjuring
Resumindo, por obras não podemos ser justificados perante Deus, porque a salvação não é meritória, mas objeto da Graça que nos é concedida por Ele. Neste ponto, importante fazer uma distinção: há dois tipos de justificação. Uma no sentido de expugnação do pecado e consequente recebimento do dom da justiça, na medida em que justiça é "dar a cada qual o que lhe pertence". Ora, o fato de Deus nos purificar do pecado através de Seus Sacramentos, tal como o batismo, é uma concessão que Ele faz por nossa vontade de deixar o pecado. A própria fé, que é uma das três virtudes teologais, é um dom de Deus, e não pode ser "imputada como justiça" sem que antes tenha sido infusa. Poderia-se dizer que é o estopim para a santificação; A outra, sentido do ato que se segue a esse anterior, de alguém ser declarado justo ante o tribunal de Deus. Na Epístola de São Tiago temos exatamente esse segundo sentido, quando Tiago diz que "somos justificados pelas obras e não somente pela fé".


Paulo aplica o primeiro sentido, quando diz que somos justificados somente pela fé. Tiago utiliza-se do segundo sentido ao dizer que somos justificados pelas obras e também porque a justiça das obras produz verdadeiramente um aumento da justificação. Contudo, esse segundo sentido não deve ser entendido como se Deus realmente tivesse, naquele momento, uma ação de declarar alguém justo, por causa da imutabilidade divina. Deve-se entender que alguém é feito justo (nova criatura), assim podendo ser definitivamente reconhecido como justo (declarado justo). Portanto, quando "justificar" é contrastado com "condenar", o primeiro deve ser entendido tão-somente como a realidade de quando alguém é reconhecido como justo ante o tribunal de Deus, da mesma forma como "condenar" é quando se reconhece alguém como pecador. É uma linguagem figurativa e não deve nunca ser entendida como que atribuindo passividade a Deus.

Da mesma forma, não se é possível justificar, no sentido eterno, através só da fé, porque, em verdade, se a fé não é acompanhada da esperança e da caridade, ela não é ipso facto verdadeira, presente, viva. Ela é falsa, ausente e, como diz São Tiago, morta. Não há fé nenhuma, não recebimento da justiça e da graça divinas, doravante não há salvação. Para se desvencilhar desse dogma, os protestantes homogeneizaram os sentidos das justificações, colocando as Escrituras contra as Escrituras, e esvaziando o sentido da própria fé ao mitigar os preambula fidei, afirmando que esta é um sentimento inexplicável e imerso na subjetividade, indefinível e não passível de obter sinais de sua veracidade. Segue que essa postura lançou as cartas para a cisão entre fé e razão.

A justificação é obra da graça (cf. Romanos III,24), e a fé é a causa instrumental e não a causa meritória da justificação, de modo que Paulo diz que o homem é justificado pela fé (cf. Romanos V,1), pois é através da fé que obtemos a justificação primeira, isto é, o acesso a essa graça (cf. versículo conseguinte).

A justificação pela fé não se confunde, por sua vez, com salvação ou com mérito, no catolicismo. A fé justificante está para as obras, assim como a potência está para o ato, e assim também está a primeira justificação em relação à segunda justificação. A fé deve, assim, preceder e motivar as obras meritórias, isto é, a santificação. Mas a justificação pela fé e a santificação pelas obras são como etapas de um mesmo processo e resultado de uma só ação de Deus, conforme está escrito que "aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus".

Justificado, assim, gratuitamente, mediante a fé, o homem novo é criado em Cristo para as boas obras. A própria fé é o "fundamento e raiz de toda justificação" (cf. Romanos IV, 5-6), mas, desde então, deve estar, obviamente, acompanhada das obras que a tornam viva, do contrário São Tiago nos diz que é uma fé "morta em si mesma" (cf. Tiago II,17). Não basta a fé ser algo intelectivo, um mero assentimento da inteligência, do qual os demônios são também capazes. A fé viva é aquela que se conserva e opera pela caridade (cf. Gálatas V,6). Assim, o cristão, justificado pela fé e perdoado dos seus pecados, já passou do estado de pecado para o estado de graça, mas é santificado ainda nas suas obras até a sua morte e glorificação.

A preparação e disposição referidas no cânone do Concílio de Trento que postei, obviamente, ocorrem por ação da graça preveniente de Deus, que excita o pecador a cooperar com a graça, mediante a preparação de sua vontade. Para a justificação, não basta a fé fiducial, que não exige mais nada além de uma pura confiança, mas é necessário a fé teológica ou dogmática (fé confessional), que consiste numa plena adesão às verdades reveladas. A ela recorrem outros dispositivos, como o temor da justiça divina, a confiança na divina misericórdia, o começo do amor de Deus, o ódio e aborrecimento ao pecado e o propósito de receber o batismo e de começar nova vida. Por isso, se diz que, na justificação, são infundidos no homem a fé, a esperança e a caridade.

O Concílio entende que a fé sozinha é o "princípio da salvação humana", o "fundamento e a raiz de toda justificação", mas, desde que a fé tem que ser viva, quando a ela se acrescentam a esperança e a caridade, ela resulta num aumento de justiça. As obras de justiça não complementam a justificação gratuita do pecador pela fé; elas apenas decorrem naturalmente da fé viva, como um produto ou desdobramento da própria justificação. Porém, em nenhum momento Trento confunde a justificação gratuita do pecador pela fé com esse aumento de justiça, que é o resultado da fé viva, ou com o somatório chamado de justificação final, de modo a sugerir que a aceitação do homem por parte de Deus se dê em virtude de um processo. Pelo contrário, aceitando que, pela graça conferida no batismo, é extirpado "tudo o que tem verdadeira e própria razão de pecado", confessa que "nada os impede (os regenerados) de entrarem logo no céu".

As boas obras pressupõem a fé, mas a fé não pressupõe boas obras, porque as boas obras são geradas pela fé, procedem da fé, isto é, não se encontram já inclusas na fé -- o que requer ato cooperativo mediante a vontade do indivíduo. Também não se deve confundir a estas, como fazem os protestantes, com as obras anteriores à justificação, as quais não têm o poder de fazer merecer a justificação. As boas obras anteriores à justificação não tornam o pecador amigo de Deus. Salva-se pela fé e pelas boas obras sobrenaturais. A fé não basta para a salvação e sim para a justificação primeira, que é a passagem do pecado para a graça de Deus. Os protestantes confundem essa justificação primeira com a salvação, porque, para os protestantes, a graça é só uma benevolência divina e não materialmente um dom de Deus que nos move ao bem. Não há diferença ontológica entre o justo e o pecador, no protestantismo.

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"E o estranho, o surpreendente não seria o fato de Deus realmente existir; o que, porém, surpreende é que essa ideia - a ideia da necessidade de Deus - possa ter subido à cabeça de um animal tão selvagem e perverso como o homem, por ser ela tão santa, tão comovente, tão sábia e tão honrosa ao homem." (FIÓDOR DOSTOIÉVSKI, Os Irmãos Karamázov)

Voltaico

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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:28






TADINHOS dos catolicozetes,

olha BEM momy do PANGARÉ , o pivete tá pensando que FLOODAR a mesma resposta do Conjuring enquanto foi comer um jantar é prova de ele é o 'Batiman'....rsrsrs que dozinha de gentinha deste Naipe, até o Ulrich deu uma floodada básica, o que significa que vocês juntos não passam de cavaco de unha...rsrs


MAS ACABOU O INTERVALO PIRRLHADA , o INDEFECTÍVEL Rober voltou da janta...rsrsrs (mas deixei a alfafa que comprei para vocês intacta , vou dar-lhes à seguir...rsrsrs)


Primeiro começo SOCANDO o Pangaré, e depois TADINHO DO CONJURING , ele terá que lamber muito as patinhas machucadas...rsrs , aguardem minutinhos...rsrs. Os amebinhas acham-se 'maravilhados com a própria 'sabedoria' de conseguir FLOODAR a mesma mensagem 5-6 vezes enquanto o Rober foi dar uma abastecida...rsrsrsrs....... piolhinhos, é o que o próprio DEMO deve achar de 'ocês'...rsrs








The Conjuring

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Nível 5

Mensagem publicada em 25/11/2013 22:31
Voltaico






TADINHOS dos catolicozetes,

olha BEM momy do PANGARÉ , o pivete tá pensando que FLOODAR a mesma resposta do Conjuring enquanto foi comer um jantar é prova de ele é o 'Batiman'....rsrsrs que dozinha de gentinha deste Naipe, até o Ulrich deu uma floodada básica, o que significa que vocês juntos não passam de cavaco de unha...rsrs


MAS ACABOU O INTERVALO PIRRLHADA , o INDEFECTÍVEL Rober voltou da janta...rsrsrs (mas deixei a alfafa que comprei para vocês intacta , vou dar-lhes à seguir...rsrsrs)


Primeiro começo SOCANDO o Pangaré, e depois TADINHO DO CONJURING , ele terá que lamber muito as patinhas machucadas...rsrs , aguardem minutinhos...rsrs. Os amebinhas acham-se 'maravilhados com a própria 'sabedoria' de conseguir FLOODAR a mesma mensagem 5-6 vezes enquanto o Rober foi dar uma abastecida...rsrsrsrs....... piolhinhos, é o que o próprio DEMO deve achar de 'ocês'...rsrs










FODA-SE
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"... o justo será flagelado, torturado, amarrado; seus olhos serão queimados e por fim, depois de sofrer todos os males, será crucificado." (República, II, 361 e-362 a)

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Kuja_Sephiroth

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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:36
Falando em DEMO:







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.

The Conjuring

Mensagens: 16029
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Nível 5

Mensagem publicada em 25/11/2013 22:36
Ele negativou tudo

Que desespero, parece que tá com o pascigo apertado e enlameado na podridão que é o caráter dele.
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Doutor Pangloss

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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:40
Voltaico
o INDEFECTÍVEL Rober voltou da janta

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Doutor Pangloss

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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:41
The Conjuring
Ele negativou tudo

Que desespero, parece que tá com o pascigo apertado e enlameado na podridão que é o caráter dele.

Robertinho já está comido e pode voltar a postar no fórum
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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:49
Voltaico
olha BEM momy do PANGARÉ

Ah, sim. O covardão não poderia deixar de mencionar minha mãe, claro.

Cuidem bem de suas mães, elas podem ser atacadas pela sanha do Robertinho.

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"E o estranho, o surpreendente não seria o fato de Deus realmente existir; o que, porém, surpreende é que essa ideia - a ideia da necessidade de Deus - possa ter subido à cabeça de um animal tão selvagem e perverso como o homem, por ser ela tão santa, tão comovente, tão sábia e tão honrosa ao homem." (FIÓDOR DOSTOIÉVSKI, Os Irmãos Karamázov)

The Conjuring

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Mensagem publicada em 25/11/2013 22:52
Doutor Pangloss
The Conjuring
Ele negativou tudo

Que desespero, parece que tá com o pascigo apertado e enlameado na podridão que é o caráter dele.

Robertinho já está comido e pode voltar a postar no fórum

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"... o justo será flagelado, torturado, amarrado; seus olhos serão queimados e por fim, depois de sofrer todos os males, será crucificado." (República, II, 361 e-362 a)

"Os homens dizem que Cristo está morto, mas põem sentinelas em Seu túmulo. Dizem que Ele é inofensivo enquanto criança, contudo Herodes manda os seus soldados matar a Criança indefesa. A verdade é que eles odeiam porque creem - não com a fé dos redimidos, mas com a fé dos condenados". (Arcebispo F. Sheen)

Voltaico

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Mensagem publicada em 25/11/2013 23:05
The Conjuring
Voltaico

TADINHOS dos catolicozetes,

olha BEM momy do PANGARÉ , o pivete tá pensando que FLOODAR a mesma resposta do Conjuring enquanto foi comer um jantar é prova de ele é o 'Batiman'....rsrsrs que dozinha de gentinha deste Naipe, até o Ulrich deu uma floodada básica, o que significa que vocês juntos não passam de cavaco de unha...rsrs


MAS ACABOU O INTERVALO PIRRLHADA , o INDEFECTÍVEL Rober voltou da janta...rsrsrs (mas deixei a alfafa que comprei para vocês intacta , vou dar-lhes à seguir...rsrsrs)


Primeiro começo SOCANDO o Pangaré, e depois TADINHO DO CONJURING , ele terá que lamber muito as patinhas machucadas...rsrs , aguardem minutinhos...rsrs. Os amebinhas acham-se 'maravilhados com a própria 'sabedoria' de conseguir FLOODAR a mesma mensagem 5-6 vezes enquanto o Rober foi dar uma abastecida...rsrsrsrs....... piolhinhos, é o que o próprio DEMO deve achar de 'ocês'...rsrs










FODA-SE



''quanto cristianismo'......rsrs
e ainda nos quer 'ensinar' 'bribria' (a dele)...rsrsr
a bichanada adora me FACILITAR O TRABALHO , de mostrar como são REALMENTE possessos sem graça, é o que o CATOLICISMO gera a olhos vistos...rsrsrs





E notem homens de bem o TERROR DO GATINHO, bastou o indefectível ROBER dizer que vai TRUCIDÁ-LO e jogá-lo de novo no chiqueiro de onde não deveria ter escapulido, PARA ele ficar revoltadinho...rsrs ......





Mensagem editada pelo usuário Voltaico em 25/11/2013 23:10.

Voltaico

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Mensagem publicada em 25/11/2013 23:10
Doutor Pangloss
Voltaico
olha BEM momy do PANGARÉ

Ah, sim. O covardão não poderia deixar de mencionar minha mãe, claro.

Cuidem bem de suas mães, elas podem ser atacadas pela sanha do Robertinho.





falei mal de tua mommy 'suposta bruxa medieval torturada 'a mando 'do filhote cristiuuuzinhuuus' ??...rsrs
ou será que terei que aproveitar este tópico e ESFREGAR DE NOVO NO TEU FOCINHO enojante, você FALANDO MAL DE MINHA MÃE PRIMEIRO (só você falou, eu até defendi a tua de tua sanha TORTURADORA de filhote pútrido e vadio...tsc)


perdeu outra oportunidade de
ficar low-profile, asinus com cheiro de bodê...rsrs





Voltaico

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Mensagem publicada em 25/11/2013 23:13
The Conjuring
Doutor Pangloss
The Conjuring
Ele negativou tudo

Que desespero, parece que tá com o pascigo apertado e enlameado na podridão que é o caráter dele.

Robertinho já está comido e pode voltar a postar no fórum




'oh quanta capacidade dos católicos', se o Rober os negativar a psiquêzinha de HAMSTERs deles se estilhaça, e que 'sinceridade absoluta que o catolicismo gerou nos pivetes - eles podem negativar, mas só eles'.... patifinhos tão sem gracinha....rsrs,. SÓ podem estar tomando piscotrópico para surtarem que podem ensinar 'cristianismo', assim...rsrsrs





continuem molecada, continuem mostrando ao UNIVERSO ,como catolicismo costuma gerar gentinha desclassificada. assim..rsrsrs


Voltaico

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Mensagem publicada em 25/11/2013 23:17
Doutor Pangloss
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Que desespero, parece que tá com o pascigo apertado e enlameado na podridão que é o caráter dele.

Robertinho já está comido e pode voltar a postar no fórum

alguma experiência própria ?...rsrs , porque eu só disse que COMI , mas como vocês gostam de se projetar nos outros, parece-me que está mais FAMILIARIAZADO com este conceito de 'está comido', não sei bem nada sobre tua mente, prefiro que não sejas muito explícito, tenho estômago fraco após a refeição... fico enojado facilmente, e considerando que sempre pego você com 'sexo na boca', me parece umaindireta de sua putridção contumaz, mas evite detalhes ......rsrs


TOMAAAAA..









Mensagem editada pelo usuário Voltaico em 25/11/2013 23:17.

Voltaico

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Mensagem publicada em 25/11/2013 23:24
The Conjuring
Concílio de Trento:

"811. Cân. 1. Se alguém disser que o homem pode ser justificado perante Deus pelas suas obras, feitas ou segundo as forças da natureza, ou segundo a doutrina da Lei, sem a graça divina (merecida) por Jesus Cristo -- seja excomungado. (cfr. n° 793 s)."

E também anatematiza a doutrina da salvação somente pela Fé:

"819. Cân. 9. Se alguém disser que o ímpio é justificado somente pela fé, entendendo que nada mais se exige como cooperação para conseguir a graça da justificação, e que não é necessário por parte alguma que ele se prepare e disponha pela ação da sua vontade -- seja excomungado (cfr. n° 798. 801, 804)."



QUEM PERGUTOU as MENTIRAIADAS de tua crendice suja ? o KEKO ?

Eu estou dizendo e provarei (mais ainda), é que VOCÊS BUSCAM JUSTIFICAÇÃO POR OBRAS, não me interessa teu lero-lero ENGANA TROUXA catolicozete, sei de ÉRAS que a Icar MENTE A DEDÉU , um bom exemplo é chamar gentinha encapetada como papas swingueiros, assassinos, inquisidores e gayzistas de 'sua santidade', uma MENTIRA ABSOLUTAMENTE ESCARRADA , sem possibilidade alguma de ser escondida...rsrs, enfim, a Icar é um ANTRO DE MENTIROSOS , do alto clero ao baixo catolicozete, não salva um (salvo ascoitadas carolas sem conhecimento, ainda assim por raridade).

e tanto que já que ela SURTOU que tem poder de anamatizar o SOLE-FIDE , porque ela não EXPLIICA (rsrsrs) o caso do LADRÃO NA CRUZ , os vários casos que Jesus SOMENTE PELA FÉ declarou 'vai em paz, tua fé lhe salvou' , vamos lá BORRADORES em grupelho, todos uns covardões floodadores trotadores, mas quando é para DEBATER PONTUALMENTE com o Rober, cada um se esconde debaixo do pé de mesa mais próximo...rsrs


rsrsrs.... vai ser mais fácil surrar vocês desta feita do que imaginei.






Mensagem editada pelo usuário Voltaico em 25/11/2013 23:25.
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