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31/01/2009 09:35

A sociedade faz o homem?

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atemu

Mensagens: 11804
Cadastro: 15/05/2006

Nível 3

Bom dia!

Esse é um tema que de praxe cai em teses de mestrados: um homem que é marginalizado pela sociedade tem maiores tendencias de se tornar violento?
No meu ponto de vista é inegável dizer que a sociedade não tenha responsabilidade de criar um ser violento. Poderiamos citar alguns programas de TV onde mostram geralmente homens fortes que ]ao ser intimidados viram "ninjas da ação" ou as novelas que cultuam sempre o homem forte e valente com raras exceções, até nas ruas vemos pessoas que quando se esbarram de leve começam a utilizarem de palavras de baixo calão.

Afinal de quem é a culpa? Sera dos pais que não souberam educar seus filhos, da sociedade que induz a agressividade ou tão somente do próprio individuo?

Gostaria da sincera opnião do papo-cabeça para desenvolver esse tópico.
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Uma cidade, duas cores e sete títulos!!!

Do As Infinity Fan Club!



vice.prince

Mensagens: 7451
Cadastro: 29/01/2003

Nível 3

Mensagem publicada em 31/01/2009 10:02
Eu acredito que sim, até porque 90% das pessoas que vivem em determinada cultura costumam seguir aquele padrão idealizado por aquela sociedade, e os que não seguem, sofrem preconceitos por fazerem parte da minoria.

Podemos observar isso em relação a religião, sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural), hábitos de vida, gosto musical, profissões idealizadas e etc.
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"Mais vale ter um inimigo sábio do que um amigo tolo."

Nitro

Mensagens: 29649
Cadastro: 30/09/2005

Nível 4

Mensagem publicada em 31/01/2009 10:26
Ops! Parece que há algum erro em suas tags de formatação de texto! Verifique o erro (abaixo em vermelho) para que sua mensagem seja exibida corretamente.

[color=red][b]Acredito que seja um misto de sociedade + sistema.[/color][/b]
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fm


Sou o garoto do post-rock.

No Fórum Esportes uso um avatar do Trent Reznor, morram de inveja.

Midlife

Mensagens: 9441
Cadastro: 19/11/2007

Nível 0

Mensagem publicada em 31/01/2009 10:48
Acredito que sim, até por que, os pais do individuo que você usou como exemplo foram educados dentro de um padrao social diferente, de outra época de outro periodo historico, acredito que todos somos fruto da realidade que nos cerca, até po que eu nao consigo imaginar outro modo de formação de carater, personalidade e afins, acredito que o unico modo que haveria de existir seria sei la, inspiração divina, algo assim, mas como não acredito nisso, fico com a primeira parte do post.

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Longe de buscar um consenso cretinizante e infantilizante, a questão será, no futuro, a de cultivar o dissenso e a produção singular da existência.

Jonly

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Nível 2

Mensagem publicada em 04/02/2009 19:29
vice.prince
sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural),



O tato não liga para a sexualidade. Parece besteira, mas você gosta de quem te faz se sentir bem e sentir coisas boas. Uma analogia simples é comparar um menino que perde o BV, com algum homossexual, o problema que no caso do homossexual, não é simplesmente a pessoa que deu prazer a ele, existem muita coisa envolvida.
Já viu cachorro que transa com cachorro? Já vi muitos casos em que o cachorro que iria ser enrrabado, não reagia e no outro dia estava ele com algum grupinho, sem ser visto como diferente ou algo do tipo.
Apesar de acontecer isso, o cachorro continuou sendo macho, não importando se ele deixou o outro cachorro enrrabar ele.
Homossexualismo humano, é muito mais social do que biológico. A participação biológica, poderia estar relacionada com o fato de repugnarem esse comportamento (em tempos bem remotos é claro), já que isso poderia representar uma ameaça a reprodução da espécie. Era bom para quem praticava tal comportamento, mas quem não desfrutava daqueles prazeres, achava estranho e inconscientemente poderia ter percebido (ou terem percebido) a ameaça a espécie se aquele comportamento se espalhasse.

Na nossa sociedade, um comportamento que seja meio que feminino, é exaltado em sarros que crianças fazem e isso pode ser um começo, já que pode induzir a pessoa vítima dos sarros, a pensar que é gay, além de outras coisas como, timidez, que faz com que o moleque evite falar com meninas, o que fará com que ele não se relacione com a pessoa do sexo oposto e daí com tantas pessoas falando em gay e essas coisas, por que elas não estariam certas? O moleque se sente mal, tamanha a vergonha, quando vai falar com uma menina, o que faz ele evitar isso, claro que ele vai demorar um tempo, talvez muito tempo, para perceber que ele evita intencionalmente e sem perceber. Ele pode ser induzido a virar um homossexual.
Imaginem outro caso, em que um moleque, naquela fase que está descobrindo o sexo, acaba tendo uma relação com um outro moleque e rebebe carinhosas encostadas de pênis em seu orificio anal. Nesse caso, ele vai sentir prazer (penetração talvez, mas provavelmente dor devido a inexperiência e por ser "0km" ). Se ele já ouviu falar em gay e tudo mais, vai oprimir o fato de ter gostado daquilo, mas isso pode vir a influenciar mais tarde, dependendo muito do que ele vá pensar sobre o homossexualismo. Se o molequinho nunca ouviu falar em gay, vai encarar mais naturalmente e como não vai ter essa discriminação social na cabeça, pode repetir algumas vezes, chegando a penetração, vai ir com cuidado por causa da dor, dependendo do parceiro, que pode ir com calma ou não. Se for um amigo que escute e se importe com a dor do outro, irá ser tudo uma maravilha e isso no futuro pode fazer do menino passivo um gay, se não for gay, será bissexual ou um bissexual ou homossexual oprimido, demonstrando o lado apenas hetero, dependendo da aceitação do meio social e da própria pessoa, considerando como ela atrai a atenção das pessoas a sua volta, ou do seu meio social para ela.

Mas em resumo, a questão da sexualidade, gira em torno do prazer, que serve para definir as formas que você consegue esse prazer, sendo que na verdade, apesar do fator biológico, o que gostamos mesmo é do prazer. Esse negócio de hetero, homo, bi, é social mesmo, porque vivemos junto com pessoas que passaram por experiências diferentes, o que torna muitas coisas agradáveis para uns e para outros não. Homossexualismo é uma dessas. Talvez a perpetuação da espécie tenha sido, a justificativa perfeita para que esse comportamento em relacionamentos, fosse tão condenado, é condenado e por algum tempo ainda será. Pensem bem, em um tempo remoto, dois molequinhos começam a brincar com seus pênis e um mexe no do outro, o que já é um estímulo. Vamos supor que eles já tenham observado um homem e uma mulher transando (há muito tempo não era dificil, já que com pouca população, devia acontecer várias transas ao ar livre, só que claro, em um lugar meio escondido), eles iriam tentar fazer igual. Independente do sexo da pessoa que te estimule, isso não muda sua percepção, o que muda, é que você oprime o fato de ser agradável um homem lambendo seus mamilos por exemplo e faz isso meio que sem controle (comigo também acontece, já que não consigo nem imaginar eu gostando disso). No caso de dois molequinhos que não sabem nada disso e ainda por cima, em um tempo em que não existia essa de homossexualismo, seria muito fácil dois molequinhos se amarem por causa do sexo e não apenas por viverem momentos felizes juntos, daí cresceriam assim e como eram apegados afetivamente, eles olhariam uma mulher e achariam bonita e tal, poderiam sentir uma certa vontadezinha, mas como já tinham um ao outro para se satisfazerem e se amavam, seria muito dificil querer algo com a mulher.
Agora imaginemos que esses dois rapazes, influenciaram mais rapazes. Aí pessoas que cresceram daquele jeito "normal", de homem com mulher e tal, vissem isso, achariam estranho, além de viverem "normalmente", pais, avós, bisavós, etc, viviam assim. Como eles não experimentaram o lado bom da coisa, iriam rejeitar aquilo, já que é normal rejeitar comportamentos que para você é anormal. Como não poderiam odiar aquelas pessoas sem justificativa, só porque se comportavam diferente em relacionamentos, tinham que achar uma. Apesar de natural a rejeição, o que poderia ser odioso naquilo? Lembrem-se que estava começando o homossexualismo na humanidade. Aí isso fica na cabeça das pessoas hetero, daí começaram a vir sonhos, até que perceberam que os rapazes influenciavam alguns meninos e que se isso se espalhasse, como é que que as pessoas se reproduziriam? Isso seria terrível, não continuar a família, mas isso no fundo era movido pelo fato de que não continuaria a espécie. Isso é simplesmente perfeito para justificar a insastifação com tal comportamento (um processo que talvez tenha se desenvolvido impressionantemente rápido). Esse comportamento ameaça a espécie e tem que ser odiado, o que abria caminho para ir se achando várias outras justificativas, mas essas outras, não precisariam ser tão perfeitas, já que seriam aceitas. O ódio estava implantado e quando mais justificativa, melhor. Não importa se é natural e tudo mais, até porque, não se sabia nada de anatomia, ainda mais algo sobre o tato. Mas o fato é que, pessoas que não experimentaram dos prazeres de um mano x mano ( ), achavam estranho, enquanto os primeiros que viveram assim, achavam algo bom, também deve ter surgido bissexuais, já que nem todas podem ter sido tão prazerosas, além da sociedade ser hetero.

Isso é só um exemplo de como talvez possa ser sido
Mas uma certeza que eu tenho, é que o que eu gosto mesmo, é do prazer e só interessa se é com homem ou mulher que eu vou conseguir ele, por causa da sociedade, por causa dos valores dela e de alguns significados.
Nós nascemos com uma noção natural do que faz bem, já que bebês sentem dor, fome e carícias podem agradar ele. Mas um bebê não sabe de significados de palavras, não sabe o que é comportamento, essas coisas. Isso ele vai aprender, observando as pessoas a sua volta. Palavras, gestos, o que seria bom e ruim (quando ele vê alguém chorando por alguma causa, ele vai saber que é ruim, porque sabe que há algo errado e que por isso a pessoa chora... um exemplo), o comportamento também e o humor com que a pessoa vive. No caso do humor, mesmo que seja algo meio que para baixo que ele observe em sua família (isso se a família for daquelas que não se misturam muito), pode ficar na pessoa o resto da vida, o que vai depender também, do contato da pessoa com o meio social.

A criança observa e absorve. Um meio em que as pessoas dão muita atenção para aparelhos eletrônicos, por exemplo, vai formar uma pessoa que goste de TV e que vai adorar um VG ou um computador.

Claro que nem tudo gira em torno da família, já que a criança vai, o mais tarde que vai ter contado com um meio social que não seja a família, vai ser o jardim de infância (em outras culturas pode ser um pouco diferente o tempo. Seja em qual cultura for, sempre tem algo que funcione como socialização de seus indivíduos) e aí ele vai começar a observar o comportamento em grupo de indivíduos mais parecidos com ele, que são as outras crianças. Daí vai começar a desfrutar dos prazeres de atividades em grupo, como a brincadeira de pega pega, essas coisas. Vai perceber que é bem mais fácil conseguir sentir coisas boas, quando em grupo, vai começar a sair daquele egocentrismo e começar a ficar preso no afeto do meio social e não apenas da família. Como ele observa e aprende, o que ele aprender, vai fazer com que ele faça coisas para se encaixar em algum grupo, ou no grupo todo. Poucos por algum motivo não conseguem se enturmar, talvez por que tenha observado um comportamento parecido em algum familiar, ou algum personagem preferido. O que com o tempo pode piorar ou não, é dificil de imaginar com tanta coisa a se considerar.
O ponto fundamental é que, não nascemos sabendo das coisas e aprendemos o que conseguirmos observar, o que obviamente é a sociedade da qual fazemos parte. Inevitavelmente isso leva ao fato, de que a sociedade nos faz e não adianta tentar falar em sociedade e família, porque são um só.

| Manfredo Jr. |

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Nível 5

Mensagem publicada em 04/02/2009 19:41
Cara, falta de educação por parte dos pais não acho que seja

Os pais dão a educação e tal, mas imagine que o filho desde pequeno vive boa parte do dia no colégio... a ''educação'' mesmo vem mais por parte dos amigos do que dos pais...

Mas eu penso que isso só até a criança ou jovem atingir certa maturidade mental (ou não) e começar a raciocinar vendo por todos os lados e fazer suas próprias escolhas de como se comportar perante às situações

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Lorainer

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Nível 2

Mensagem publicada em 04/02/2009 22:00
É patente que a sociedade influencia o homem pelas várias pesquisas e estudos feitos até agora. O contrário não pode ser dito em absoluto, pois implica em várias variáveis que complicam uma trasmutação de uma sociedade já pré-fabricada.
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Delícia Atômica

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Nível 2

Mensagem publicada em 04/02/2009 23:42
apontar um fator como sendo absoluto para mim é querer simplificar demais o problema


a sociedade, a estrutura familiar, o sistema e mais crucialmente a propria pessoa são os fatores que definem o ser humano.

acho que consegui dar uma premissa do que eu julgo ser uma resposta adequada para este questionamento...

enfim

abraços
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Colt.45

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Nível 6

Mensagem publicada em 05/02/2009 11:23
Leia Giddens e o que ele tem a dizer sobre a dualidade da estrutura. Até o momento, é a melhor coisa que eu li sobre o tema sociedadexindivíduo.
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"Presa no objeto que toma para objeto, ela descobre qualquer coisa do objeto, mas que não é verdadeiramente objetivado pois se trata dos próprios príncipios do objeto."

"O jogo cria a illusio, o investimento no jogo, que habituado ao jogo, pois que é feito pelo jogo, joga o jogo e, por esse meio, o faz existir." Pierre Bourdieu

Lei de Blanche
Curtir vaginas e curtir mulheres não é a mesma coisa. Eu curto mulheres.

Jonly

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Nível 2

Mensagem publicada em 06/02/2009 07:57
Delícia Atômica
apontar um fator como sendo absoluto para mim é querer simplificar demais o problema


a sociedade, a estrutura familiar, o sistema e mais crucialmente a propria pessoa são os

abraços


Quando se fala em sociedade, se fala em família, escolas e o próprio sistema.

Sociedade é a reunião de tudo, o indivíduo, família, tribos, etc.


Douglas Modrick Bonfa

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Nível 5

Mensagem publicada em 06/02/2009 08:12
** Jonly, em que época você vive? Você se baseia em argumentos totalmente fora da realidade, *...

"Imagine 2 muleques que nunca tenham ouvido falar em gay..."


"Pense se esses muleques viviam numa época que nem existia homossexualidade"


*, como dizem, vc falou e falou e não disse nada

NightSpy

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Cadastro: 03/09/2003

Nível 3

Mensagem publicada em 06/02/2009 10:17
vice.prince
Eu acredito que sim, até porque 90% das pessoas que vivem em determinada cultura costumam seguir aquele padrão idealizado por aquela sociedade, e os que não seguem, sofrem preconceitos por fazerem parte da minoria.

Podemos observar isso em relação a religião, sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural), hábitos de vida, gosto musical, profissões idealizadas e etc.



cara, tudo oq iria escrever vc disse no seu post. E como sou mei estranho, justamente curto ser diferente, oq acarreta eu sofrer preconceitos bobos, mas que aguento de boa... hehehe.. é bacana agir, e pensar de forma contrária a uma cultura já embasada...ser diferente, respeitando, claro, mas abrir a mente pra novos raciocínios..faço isso toda hora..como eu disse, oq faz com que muitas pessoas me olhem torto.

vice.prince

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Cadastro: 29/01/2003

Nível 3

Mensagem publicada em 06/02/2009 23:30
Jonly
vice.prince
sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural),



O tato não liga para a sexualidade. Parece besteira, mas você gosta de quem te faz se sentir bem e sentir coisas boas. Uma analogia simples é comparar um menino que perde o BV, com algum homossexual, o problema que no caso do homossexual, não é simplesmente a pessoa que deu prazer a ele, existem muita coisa envolvida.
Já viu cachorro que transa com cachorro? Já vi muitos casos em que o cachorro que iria ser enrrabado, não reagia e no outro dia estava ele com algum grupinho, sem ser visto como diferente ou algo do tipo.
Apesar de acontecer isso, o cachorro continuou sendo macho, não importando se ele deixou o outro cachorro enrrabar ele.
Homossexualismo humano, é muito mais social do que biológico. A participação biológica, poderia estar relacionada com o fato de repugnarem esse comportamento (em tempos bem remotos é claro), já que isso poderia representar uma ameaça a reprodução da espécie. Era bom para quem praticava tal comportamento, mas quem não desfrutava daqueles prazeres, achava estranho e inconscientemente poderia ter percebido (ou terem percebido) a ameaça a espécie se aquele comportamento se espalhasse.

Na nossa sociedade, um comportamento que seja meio que feminino, é exaltado em sarros que crianças fazem e isso pode ser um começo, já que pode induzir a pessoa vítima dos sarros, a pensar que é gay, além de outras coisas como, timidez, que faz com que o moleque evite falar com meninas, o que fará com que ele não se relacione com a pessoa do sexo oposto e daí com tantas pessoas falando em gay e essas coisas, por que elas não estariam certas? O moleque se sente mal, tamanha a vergonha, quando vai falar com uma menina, o que faz ele evitar isso, claro que ele vai demorar um tempo, talvez muito tempo, para perceber que ele evita intencionalmente e sem perceber. Ele pode ser induzido a virar um homossexual.
Imaginem outro caso, em que um moleque, naquela fase que está descobrindo o sexo, acaba tendo uma relação com um outro moleque e rebebe carinhosas encostadas de pênis em seu orificio anal. Nesse caso, ele vai sentir prazer (penetração talvez, mas provavelmente dor devido a inexperiência e por ser "0km" ). Se ele já ouviu falar em gay e tudo mais, vai oprimir o fato de ter gostado daquilo, mas isso pode vir a influenciar mais tarde, dependendo muito do que ele vá pensar sobre o homossexualismo. Se o molequinho nunca ouviu falar em gay, vai encarar mais naturalmente e como não vai ter essa discriminação social na cabeça, pode repetir algumas vezes, chegando a penetração, vai ir com cuidado por causa da dor, dependendo do parceiro, que pode ir com calma ou não. Se for um amigo que escute e se importe com a dor do outro, irá ser tudo uma maravilha e isso no futuro pode fazer do menino passivo um gay, se não for gay, será bissexual ou um bissexual ou homossexual oprimido, demonstrando o lado apenas hetero, dependendo da aceitação do meio social e da própria pessoa, considerando como ela atrai a atenção das pessoas a sua volta, ou do seu meio social para ela.

Mas em resumo, a questão da sexualidade, gira em torno do prazer, que serve para definir as formas que você consegue esse prazer, sendo que na verdade, apesar do fator biológico, o que gostamos mesmo é do prazer. Esse negócio de hetero, homo, bi, é social mesmo, porque vivemos junto com pessoas que passaram por experiências diferentes, o que torna muitas coisas agradáveis para uns e para outros não. Homossexualismo é uma dessas. Talvez a perpetuação da espécie tenha sido, a justificativa perfeita para que esse comportamento em relacionamentos, fosse tão condenado, é condenado e por algum tempo ainda será. Pensem bem, em um tempo remoto, dois molequinhos começam a brincar com seus pênis e um mexe no do outro, o que já é um estímulo. Vamos supor que eles já tenham observado um homem e uma mulher transando (há muito tempo não era dificil, já que com pouca população, devia acontecer várias transas ao ar livre, só que claro, em um lugar meio escondido), eles iriam tentar fazer igual. Independente do sexo da pessoa que te estimule, isso não muda sua percepção, o que muda, é que você oprime o fato de ser agradável um homem lambendo seus mamilos por exemplo e faz isso meio que sem controle (comigo também acontece, já que não consigo nem imaginar eu gostando disso). No caso de dois molequinhos que não sabem nada disso e ainda por cima, em um tempo em que não existia essa de homossexualismo, seria muito fácil dois molequinhos se amarem por causa do sexo e não apenas por viverem momentos felizes juntos, daí cresceriam assim e como eram apegados afetivamente, eles olhariam uma mulher e achariam bonita e tal, poderiam sentir uma certa vontadezinha, mas como já tinham um ao outro para se satisfazerem e se amavam, seria muito dificil querer algo com a mulher.
Agora imaginemos que esses dois rapazes, influenciaram mais rapazes. Aí pessoas que cresceram daquele jeito "normal", de homem com mulher e tal, vissem isso, achariam estranho, além de viverem "normalmente", pais, avós, bisavós, etc, viviam assim. Como eles não experimentaram o lado bom da coisa, iriam rejeitar aquilo, já que é normal rejeitar comportamentos que para você é anormal. Como não poderiam odiar aquelas pessoas sem justificativa, só porque se comportavam diferente em relacionamentos, tinham que achar uma. Apesar de natural a rejeição, o que poderia ser odioso naquilo? Lembrem-se que estava começando o homossexualismo na humanidade. Aí isso fica na cabeça das pessoas hetero, daí começaram a vir sonhos, até que perceberam que os rapazes influenciavam alguns meninos e que se isso se espalhasse, como é que que as pessoas se reproduziriam? Isso seria terrível, não continuar a família, mas isso no fundo era movido pelo fato de que não continuaria a espécie. Isso é simplesmente perfeito para justificar a insastifação com tal comportamento (um processo que talvez tenha se desenvolvido impressionantemente rápido). Esse comportamento ameaça a espécie e tem que ser odiado, o que abria caminho para ir se achando várias outras justificativas, mas essas outras, não precisariam ser tão perfeitas, já que seriam aceitas. O ódio estava implantado e quando mais justificativa, melhor. Não importa se é natural e tudo mais, até porque, não se sabia nada de anatomia, ainda mais algo sobre o tato. Mas o fato é que, pessoas que não experimentaram dos prazeres de um mano x mano ( ), achavam estranho, enquanto os primeiros que viveram assim, achavam algo bom, também deve ter surgido bissexuais, já que nem todas podem ter sido tão prazerosas, além da sociedade ser hetero.

Isso é só um exemplo de como talvez possa ser sido
Mas uma certeza que eu tenho, é que o que eu gosto mesmo, é do prazer e só interessa se é com homem ou mulher que eu vou conseguir ele, por causa da sociedade, por causa dos valores dela e de alguns significados.
Nós nascemos com uma noção natural do que faz bem, já que bebês sentem dor, fome e carícias podem agradar ele. Mas um bebê não sabe de significados de palavras, não sabe o que é comportamento, essas coisas. Isso ele vai aprender, observando as pessoas a sua volta. Palavras, gestos, o que seria bom e ruim (quando ele vê alguém chorando por alguma causa, ele vai saber que é ruim, porque sabe que há algo errado e que por isso a pessoa chora... um exemplo), o comportamento também e o humor com que a pessoa vive. No caso do humor, mesmo que seja algo meio que para baixo que ele observe em sua família (isso se a família for daquelas que não se misturam muito), pode ficar na pessoa o resto da vida, o que vai depender também, do contato da pessoa com o meio social.

A criança observa e absorve. Um meio em que as pessoas dão muita atenção para aparelhos eletrônicos, por exemplo, vai formar uma pessoa que goste de TV e que vai adorar um VG ou um computador.

Claro que nem tudo gira em torno da família, já que a criança vai, o mais tarde que vai ter contado com um meio social que não seja a família, vai ser o jardim de infância (em outras culturas pode ser um pouco diferente o tempo. Seja em qual cultura for, sempre tem algo que funcione como socialização de seus indivíduos) e aí ele vai começar a observar o comportamento em grupo de indivíduos mais parecidos com ele, que são as outras crianças. Daí vai começar a desfrutar dos prazeres de atividades em grupo, como a brincadeira de pega pega, essas coisas. Vai perceber que é bem mais fácil conseguir sentir coisas boas, quando em grupo, vai começar a sair daquele egocentrismo e começar a ficar preso no afeto do meio social e não apenas da família. Como ele observa e aprende, o que ele aprender, vai fazer com que ele faça coisas para se encaixar em algum grupo, ou no grupo todo. Poucos por algum motivo não conseguem se enturmar, talvez por que tenha observado um comportamento parecido em algum familiar, ou algum personagem preferido. O que com o tempo pode piorar ou não, é dificil de imaginar com tanta coisa a se considerar.
O ponto fundamental é que, não nascemos sabendo das coisas e aprendemos o que conseguirmos observar, o que obviamente é a sociedade da qual fazemos parte. Inevitavelmente isso leva ao fato, de que a sociedade nos faz e não adianta tentar falar em sociedade e família, porque são um só.

Amigo, gostei de sua teoria e argumentação, mas quando eu disse que é mais biológico, foi no sentido de que mesmo na natureza onde existe um homossexualismo "natural" (sem intervenção cultural) há uma predominância do elemento hetero. Até por uma questão de perpetuação da espécie.

Mas claro que eu generalizei, afinal, em algumas culturas acontecia o predomino do oposto. Mas enfim, ainda acho que biologicamente falando, o predomínio hetero é notório.

Obs: que fique claro que não estou fazendo nenhuma apologia preconceituosa.
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"Mais vale ter um inimigo sábio do que um amigo tolo."

vice.prince

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Nível 3

Mensagem publicada em 06/02/2009 23:33
NightSpy
vice.prince
Eu acredito que sim, até porque 90% das pessoas que vivem em determinada cultura costumam seguir aquele padrão idealizado por aquela sociedade, e os que não seguem, sofrem preconceitos por fazerem parte da minoria.

Podemos observar isso em relação a religião, sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural), hábitos de vida, gosto musical, profissões idealizadas e etc.



cara, tudo oq iria escrever vc disse no seu post. E como sou mei estranho, justamente curto ser diferente, oq acarreta eu sofrer preconceitos bobos, mas que aguento de boa... hehehe.. é bacana agir, e pensar de forma contrária a uma cultura já embasada...ser diferente, respeitando, claro, mas abrir a mente pra novos raciocínios..faço isso toda hora..como eu disse, oq faz com que muitas pessoas me olhem torto.

Meio estranho em qual sentido? Pode se abrir conosco caro colega.

Eu também sou meio estranho, no sentido, de que apesar de não ser tão feio (sou feio sim, mas não sou o sujeito horrível que todo mundo olha achando feio), nem ter qualquer defeito muito grave aparente, eu tenho maluquices, gosto de humor negro, sou ateu, não gosto de jogo de cartas (imagina isso na faculdade), gosto de literatura russa, não gosto de música e não como feijão.
Assinatura
"Mais vale ter um inimigo sábio do que um amigo tolo."

Jonly

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Mensagem publicada em 07/02/2009 06:02
Douglas Modrick Bonfa
** Jonly, em que época você vive? Você se baseia em argumentos totalmente fora da realidade, *...

"Imagine 2 muleques que nunca tenham ouvido falar em gay..."


"Pense se esses muleques viviam numa época que nem existia homossexualidade"



É só para você ter uma idéia. Fica mais fácil de imaginar, apesar de bem diferente do que é hoje. Hoje em dia é mais díficil de apontar causas, já que o convívio social é bem mais dinâmico, já que envolve a possibilidade de contato com informações do mundo todo. Coisas influênciáveis.
De qualquer forma, um dos pontos fundamentais é o poder que o significado tem e o poder da sonoridade dele.

Nada que resolva grande parte dos mistérios sobre a homossexualidade, mas é o máximo que consigo por enquanto.

Jonly

Mensagens: 1893
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Nível 2

Mensagem publicada em 07/02/2009 06:21
vice.prince
NightSpy
vice.prince
Eu acredito que sim, até porque 90% das pessoas que vivem em determinada cultura costumam seguir aquele padrão idealizado por aquela sociedade, e os que não seguem, sofrem preconceitos por fazerem parte da minoria.

Podemos observar isso em relação a religião, sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural), hábitos de vida, gosto musical, profissões idealizadas e etc.



cara, tudo oq iria escrever vc disse no seu post. E como sou mei estranho, justamente curto ser diferente, oq acarreta eu sofrer preconceitos bobos, mas que aguento de boa... hehehe.. é bacana agir, e pensar de forma contrária a uma cultura já embasada...ser diferente, respeitando, claro, mas abrir a mente pra novos raciocínios..faço isso toda hora..como eu disse, oq faz com que muitas pessoas me olhem torto.

Meio estranho em qual sentido? Pode se abrir conosco caro colega.

Eu também sou meio estranho, no sentido, de que apesar de não ser tão feio (sou feio sim, mas não sou o sujeito horrível que todo mundo olha achando feio), nem ter qualquer defeito muito grave aparente, eu tenho maluquices, gosto de humor negro, sou ateu, não gosto de jogo de cartas (imagina isso na faculdade), gosto de literatura russa, não gosto de música e não como feijão.


Ser diferente, muitas vezes é protestar, para atingir o meio social que não te trata bem por você ser o que é e porque se caso o seu protesto vencesse, você poderia viver sem ninguém inferiorizando vocês (eu também sou diferente do meio em que vivo). Por mais que aguentemos, isso nos atinge, já que quando pensamos no que dizem da gente, muitas vezes formamos imagens em nossa cabeça e sabemos que eles também. Por mais besta que isso pareça, as vezes parece isso tem o impacto de uma foto de algo que aconteceu

Bem, mas algumas coisas fazemos contrariando nossa vontade, apesar de que algumas dessas coisas, não seriam tão benéficas depois e acabamos vendo como foi bom não ter feito tal coisa, para satisfazer uma carência talvez, um desejo oprimido.
A questão é que, as vezes, não fazemos, para ser contrários a eles, para atingi-los de alguma forma, da mesma forma que você se vinga de algum familiar, se comportando de forma que ele não goste, aparentemente, quando uma pessoa vê alguém se comportando de forma que ela tenha certa raiva, isso incomoda ela.
São coisas pequenas, que você não percebe, mas é bom que não perceba, senão significaria partilhar muitas vontades com eles, de quem nós somos bem diferentes e que por causa disso tiram sarro ou falam mal, geralmente algo negativo.
Se partilhassemos de muitas vontades deles, não seriamos tão diferente e muitas de nossas críticas, que também servem para dar uma elevadinha em nosso ego (ou elevadona, não sei bem), nos rebaixariam também, além disso, seriamos parecido com eles, de quem temos raiva, mas não adimitimos, muito bem por sinal.
Isso parece um tipo de egocentrismo pessimista, onde atingimos eles com comportamentos contrários, pensamentos e tudo mais e recebemos em troca, atenção, mas uma atenção contrária a que gostariamos de ter, mas mesmo assim, atenção.

De qualquer forma, somos controlados pelo meio, mas como somos meio que contrários, não seguimos a maioria, não somos controlados pela sociedade. Mas esse negócio de ser legal ter uma opinião contrária, não importa se seja ruim ou não (não me refiro a nós), a opinião ou atitude, mas como é para protestar e atingir, somos controlados de uma forma bem discreta.

Rastan

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Nível 0

Mensagem publicada em 07/02/2009 18:57
Mensagem apagada pelo moderador

NightSpy

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Mensagem publicada em 13/02/2009 09:37
Jonly
vice.prince
NightSpy
vice.prince
Eu acredito que sim, até porque 90% das pessoas que vivem em determinada cultura costumam seguir aquele padrão idealizado por aquela sociedade, e os que não seguem, sofrem preconceitos por fazerem parte da minoria.

Podemos observar isso em relação a religião, sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural), hábitos de vida, gosto musical, profissões idealizadas e etc.



cara, tudo oq iria escrever vc disse no seu post. E como sou mei estranho, justamente curto ser diferente, oq acarreta eu sofrer preconceitos bobos, mas que aguento de boa... hehehe.. é bacana agir, e pensar de forma contrária a uma cultura já embasada...ser diferente, respeitando, claro, mas abrir a mente pra novos raciocínios..faço isso toda hora..como eu disse, oq faz com que muitas pessoas me olhem torto.

Meio estranho em qual sentido? Pode se abrir conosco caro colega.

Eu também sou meio estranho, no sentido, de que apesar de não ser tão feio (sou feio sim, mas não sou o sujeito horrível que todo mundo olha achando feio), nem ter qualquer defeito muito grave aparente, eu tenho maluquices, gosto de humor negro, sou ateu, não gosto de jogo de cartas (imagina isso na faculdade), gosto de literatura russa, não gosto de música e não como feijão.


Ser diferente, muitas vezes é protestar, para atingir o meio social que não te trata bem por você ser o que é e porque se caso o seu protesto vencesse, você poderia viver sem ninguém inferiorizando vocês (eu também sou diferente do meio em que vivo). Por mais que aguentemos, isso nos atinge, já que quando pensamos no que dizem da gente, muitas vezes formamos imagens em nossa cabeça e sabemos que eles também. Por mais besta que isso pareça, as vezes parece isso tem o impacto de uma foto de algo que aconteceu

Bem, mas algumas coisas fazemos contrariando nossa vontade, apesar de que algumas dessas coisas, não seriam tão benéficas depois e acabamos vendo como foi bom não ter feito tal coisa, para satisfazer uma carência talvez, um desejo oprimido.
A questão é que, as vezes, não fazemos, para ser contrários a eles, para atingi-los de alguma forma, da mesma forma que você se vinga de algum familiar, se comportando de forma que ele não goste, aparentemente, quando uma pessoa vê alguém se comportando de forma que ela tenha certa raiva, isso incomoda ela.
São coisas pequenas, que você não percebe, mas é bom que não perceba, senão significaria partilhar muitas vontades com eles, de quem nós somos bem diferentes e que por causa disso tiram sarro ou falam mal, geralmente algo negativo.
Se partilhassemos de muitas vontades deles, não seriamos tão diferente e muitas de nossas críticas, que também servem para dar uma elevadinha em nosso ego (ou elevadona, não sei bem), nos rebaixariam também, além disso, seriamos parecido com eles, de quem temos raiva, mas não adimitimos, muito bem por sinal.
Isso parece um tipo de egocentrismo pessimista, onde atingimos eles com comportamentos contrários, pensamentos e tudo mais e recebemos em troca, atenção, mas uma atenção contrária a que gostariamos de ter, mas mesmo assim, atenção.

De qualquer forma, somos controlados pelo meio, mas como somos meio que contrários, não seguimos a maioria, não somos controlados pela sociedade. Mas esse negócio de ser legal ter uma opinião contrária, não importa se seja ruim ou não (não me refiro a nós), a opinião ou atitude, mas como é para protestar e atingir, somos controlados de uma forma bem discreta.




mais ou menos por ai Jonly, a impresão que dá, é que todos enxergam de um ângulo e muitas vezes eu enxergo uns 3,4 ângulos a mais do mesmo assunto, da mesma coisa...tento entender não apenas o pensamento das pessoas, mas o porque dela pensar do jeito que pensa(não achando certo ou errado, considero diferente). Curto, com isso aprendo mais sobre nós(seres humanos) .

vice.prince , acredito que muita coisa que gostamos e somos tem a ver com oq já passamos, como vivemos, influência de diversos meios, mas mais evidente, influência de nossos pais. quer ver como sou diferente: hmmm... gosto de quase tudo, justamente, pq tento enxergar coisas boas em quase tudo, sou eclético para musicas, roupas, estilos... tenho muitos príncipios que sigo a risca, como fidelidade, honra, educação..... gosto de algum humor negro..hehehe.. me considero agnóstico, acredito que alguem criou, mas não fico convencendo ninguem disso, diferentemente, sempre corro atras de provas do q acredito e acredite, busco tais provas na ciência...heheheh...
não consigo acreditar na teroia de darwin sobre a evolução, não que não acredite em tudo q a teoria diz, mas acho que existe ainda muitas falhas, muitos buracos a serem preenchido por ela...(resumo, naum consigo acreditar q nós e os macacos viemos do mesmo ancestral) diferentemente, algumas evoluções eu acredito. É isso ai. Diferente porem igual...huahuhauhauhua

abraços

Larry Bagina

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Mensagem publicada em 13/02/2009 14:20
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