vice.prince sexualidade (apesar que podemos dizer que a predominância hetero é mais biológica que cultural),
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O tato não liga para a sexualidade. Parece besteira, mas você gosta de quem te faz se sentir bem e sentir coisas boas. Uma analogia simples é comparar um menino que perde o BV, com algum homossexual, o problema que no caso do homossexual, não é simplesmente a pessoa que deu prazer a ele, existem muita coisa envolvida.
Já viu cachorro que transa com cachorro? Já vi muitos casos em que o cachorro que iria ser enrrabado, não reagia e no outro dia estava ele com algum grupinho, sem ser visto como diferente ou algo do tipo.
Apesar de acontecer isso, o cachorro continuou sendo macho, não importando se ele deixou o outro cachorro enrrabar ele.
Homossexualismo humano, é muito mais social do que biológico. A participação biológica, poderia estar relacionada com o fato de repugnarem esse comportamento (em tempos bem remotos é claro), já que isso poderia representar uma ameaça a reprodução da espécie. Era bom para quem praticava tal comportamento, mas quem não desfrutava daqueles prazeres, achava estranho e inconscientemente poderia ter percebido (ou terem percebido) a ameaça a espécie se aquele comportamento se espalhasse.
Na nossa sociedade, um comportamento que seja meio que feminino, é exaltado em sarros que crianças fazem e isso pode ser um começo, já que pode induzir a pessoa vítima dos sarros, a pensar que é gay, além de outras coisas como, timidez, que faz com que o moleque evite falar com meninas, o que fará com que ele não se relacione com a pessoa do sexo oposto e daí com tantas pessoas falando em gay e essas coisas, por que elas não estariam certas? O moleque se sente mal, tamanha a vergonha, quando vai falar com uma menina, o que faz ele evitar isso, claro que ele vai demorar um tempo, talvez muito tempo, para perceber que ele evita intencionalmente e sem perceber. Ele pode ser induzido a virar um homossexual.
Imaginem outro caso, em que um moleque, naquela fase que está descobrindo o sexo, acaba tendo uma relação com um outro moleque e rebebe carinhosas encostadas de pênis em seu orificio anal. Nesse caso, ele vai sentir prazer (penetração talvez, mas provavelmente dor devido a inexperiência e por ser "0km"

). Se ele já ouviu falar em gay e tudo mais, vai oprimir o fato de ter gostado daquilo, mas isso pode vir a influenciar mais tarde, dependendo muito do que ele vá pensar sobre o homossexualismo. Se o molequinho nunca ouviu falar em gay, vai encarar mais naturalmente e como não vai ter essa discriminação social na cabeça, pode repetir algumas vezes, chegando a penetração, vai ir com cuidado por causa da dor, dependendo do parceiro, que pode ir com calma ou não. Se for um amigo que escute e se importe com a dor do outro, irá ser tudo uma maravilha e isso no futuro pode fazer do menino passivo um gay, se não for gay, será bissexual ou um bissexual ou homossexual oprimido, demonstrando o lado apenas hetero, dependendo da aceitação do meio social e da própria pessoa, considerando como ela atrai a atenção das pessoas a sua volta, ou do seu meio social para ela.
Mas em resumo, a questão da sexualidade, gira em torno do prazer, que serve para definir as formas que você consegue esse prazer, sendo que na verdade, apesar do fator biológico, o que gostamos mesmo é do prazer. Esse negócio de hetero, homo, bi, é social mesmo, porque vivemos junto com pessoas que passaram por experiências diferentes, o que torna muitas coisas agradáveis para uns e para outros não. Homossexualismo é uma dessas. Talvez a perpetuação da espécie tenha sido, a justificativa perfeita para que esse comportamento em relacionamentos, fosse tão condenado, é condenado e por algum tempo ainda será. Pensem bem, em um tempo remoto, dois molequinhos começam a brincar com seus pênis e um mexe no do outro, o que já é um estímulo. Vamos supor que eles já tenham observado um homem e uma mulher transando (há muito tempo não era dificil, já que com pouca população, devia acontecer várias transas ao ar livre, só que claro, em um lugar meio escondido), eles iriam tentar fazer igual. Independente do sexo da pessoa que te estimule, isso não muda sua percepção, o que muda, é que você oprime o fato de ser agradável um homem lambendo seus mamilos por exemplo e faz isso meio que sem controle (comigo também acontece, já que não consigo nem imaginar eu gostando disso). No caso de dois molequinhos que não sabem nada disso e ainda por cima, em um tempo em que não existia essa de homossexualismo, seria muito fácil dois molequinhos se amarem por causa do sexo e não apenas por viverem momentos felizes juntos, daí cresceriam assim e como eram apegados afetivamente, eles olhariam uma mulher e achariam bonita e tal, poderiam sentir uma certa vontadezinha, mas como já tinham um ao outro para se satisfazerem e se amavam, seria muito dificil querer algo com a mulher.
Agora imaginemos que esses dois rapazes, influenciaram mais rapazes. Aí pessoas que cresceram daquele jeito "normal", de homem com mulher e tal, vissem isso, achariam estranho, além de viverem "normalmente", pais, avós, bisavós, etc, viviam assim. Como eles não experimentaram o lado bom da coisa, iriam rejeitar aquilo, já que é normal rejeitar comportamentos que para você é anormal. Como não poderiam odiar aquelas pessoas sem justificativa, só porque se comportavam diferente em relacionamentos, tinham que achar uma. Apesar de natural a rejeição, o que poderia ser odioso naquilo? Lembrem-se que estava começando o homossexualismo na humanidade. Aí isso fica na cabeça das pessoas hetero, daí começaram a vir sonhos, até que perceberam que os rapazes influenciavam alguns meninos e que se isso se espalhasse, como é que que as pessoas se reproduziriam? Isso seria terrível, não continuar a família, mas isso no fundo era movido pelo fato de que não continuaria a espécie. Isso é simplesmente perfeito para justificar a insastifação com tal comportamento (um processo que talvez tenha se desenvolvido impressionantemente rápido). Esse comportamento ameaça a espécie e tem que ser odiado, o que abria caminho para ir se achando várias outras justificativas, mas essas outras, não precisariam ser tão perfeitas, já que seriam aceitas. O ódio estava implantado e quando mais justificativa, melhor. Não importa se é natural e tudo mais, até porque, não se sabia nada de anatomia, ainda mais algo sobre o tato. Mas o fato é que, pessoas que não experimentaram dos prazeres de um mano x mano (

), achavam estranho, enquanto os primeiros que viveram assim, achavam algo bom, também deve ter surgido bissexuais, já que nem todas podem ter sido tão prazerosas, além da sociedade ser hetero.
Isso é só um exemplo de como talvez possa ser sido
Mas uma certeza que eu tenho, é que o que eu gosto mesmo, é do prazer e só interessa se é com homem ou mulher que eu vou conseguir ele, por causa da sociedade, por causa dos valores dela e de alguns significados.
Nós nascemos com uma noção natural do que faz bem, já que bebês sentem dor, fome e carícias podem agradar ele. Mas um bebê não sabe de significados de palavras, não sabe o que é comportamento, essas coisas. Isso ele vai aprender, observando as pessoas a sua volta. Palavras, gestos, o que seria bom e ruim (quando ele vê alguém chorando por alguma causa, ele vai saber que é ruim, porque sabe que há algo errado e que por isso a pessoa chora... um exemplo), o comportamento também e o humor com que a pessoa vive. No caso do humor, mesmo que seja algo meio que para baixo que ele observe em sua família (isso se a família for daquelas que não se misturam muito), pode ficar na pessoa o resto da vida, o que vai depender também, do contato da pessoa com o meio social.
A criança observa e absorve. Um meio em que as pessoas dão muita atenção para aparelhos eletrônicos, por exemplo, vai formar uma pessoa que goste de TV e que vai adorar um VG ou um computador.
Claro que nem tudo gira em torno da família, já que a criança vai, o mais tarde que vai ter contado com um meio social que não seja a família, vai ser o jardim de infância (em outras culturas pode ser um pouco diferente o tempo. Seja em qual cultura for, sempre tem algo que funcione como socialização de seus indivíduos) e aí ele vai começar a observar o comportamento em grupo de indivíduos mais parecidos com ele, que são as outras crianças. Daí vai começar a desfrutar dos prazeres de atividades em grupo, como a brincadeira de pega pega, essas coisas. Vai perceber que é bem mais fácil conseguir sentir coisas boas, quando em grupo, vai começar a sair daquele egocentrismo e começar a ficar preso no afeto do meio social e não apenas da família. Como ele observa e aprende, o que ele aprender, vai fazer com que ele faça coisas para se encaixar em algum grupo, ou no grupo todo. Poucos por algum motivo não conseguem se enturmar, talvez por que tenha observado um comportamento parecido em algum familiar, ou algum personagem preferido. O que com o tempo pode piorar ou não, é dificil de imaginar com tanta coisa a se considerar.
O ponto fundamental é que, não nascemos sabendo das coisas e aprendemos o que conseguirmos observar, o que obviamente é a sociedade da qual fazemos parte. Inevitavelmente isso leva ao fato, de que a sociedade nos faz e não adianta tentar falar em sociedade e família, porque são um só.